Hábitos e manias que simplesmente não têm explicação

Hábitos e manias que simplesmente não têm explicação

Por mais que tentemos entender as outras pessoas, cada um tem a sua lógica. Às vezes, as pessoas reagem de maneiras semelhantes aos problemas, às vezes não. Mas os hábitos e as manias de cada um são características que simplesmente não têm explicação.

Confira abaixo algumas das confissões mais honestas sobre as pequenas estranhezas de algumas pessoas. Embora sejam muito pessoais, talvez você se identifique com algumas.

Quando alguém espirra eu digo ’Parabéns!’ ao invés de ’Saúde!’. Sempre me perguntam por que. Na escola, eu tive um professor que contou que na Roma Antiga as pessoas diziam ’Parabéns!’ quando uma pessoa espirrava porque assim a doença deixaria o corpo. Gostei da ideia e decidi criar esse hábito.
Não posso entrar no carro como a maioria das pessoas, colocando um pé e depois o resto do corpo. Meus amigos sempre riem de mim. Primeiro eu sento e depois puxo os pés para dentro. Cada um com a sua mania.
Na hora de tomar café, eu coloco primeiro o açúcar e o leite, depois eu coloco o café. Algumas pessoas falam que está errado. Mas eu adoro ser errado.

Eu amarro o cadarço dos meus sapatos usando o método da ’orelha de coelho’. Honestamente, tentei fazer de outra forma, mas não conseigo. O único problema é o que nó acaba na vertical e não na horizontal.
Eu realmente adoro falar comigo mesma e inventar histórias que nunca vão se realizar na minha cabeça. Mas essa estranheza tem o seu benefício: esses pensamentos me fazem mais feliz.
Eu nunca achei que fosse estranho, mas meus amigos me disseram que ninguém como kiwi com casca. Eu continuo sem entender por que é preciso descascá-lo.
Desde pequena eu sempre comi cereal sem leite.

Não posso deixar o hábito de lamber o prato. Em casa, tudo bem, mas quando estou em um restaurante e limpo o prato com a língua e não com um pedaço de pão as pessoas me olham e me acham uma morta de fome. É apenas o amor pela comida.
Meu namorado se irrita profundamente com o meu hábito de mudar de canal. Ele diz que eu não assisto TV, só mudo de canal freneticamente. Ele também não me deixa entrar no carro com ele porque eu mudo de música o tempo todo. Mas acho que tudo é demorado demais.
Somo todos os números que vejo: a hora no relógio, os números das casas, placas de carro, tudo. Na televisão, o volume sempre precisa ficar em um número ímpar, mas não no 13. Acho que tenho manias. Ou não. Eu apenas não gosto de números pares.
Procuro no Google todo tipo de pergunta. Até mesmo aquelas que eu já sei a resposta.
Quando eu aprendo outro idioma eu faço papel de professor e de aluno.
Não posso olhar para uma coisa durante muito tempo. Portanto, quando ligo a televisão ou um vídeo na Internet que dura mais de 15 minutos, faço outra coisa ao mesmo tempo. Com frequência eu uso o iPad ou o telefone e jogo alguma coisa.
Eu não piso nas listras do chão. Dá azar.
Quando leio um livro, se leio uma palavra de maneira incorreta preciso reler toda a frase. Caso contrário, não continuo.
Eu escovo os dentes e lavo a louça apoiada em apenas uma perna.
Eu gosto de fazer tudo deitada no chão: ver televisão, beber, ler e até comer biscoitos.

Tenho um hábito de infância: entrar em casa e tirar o sapato e a meia. Posso ficar com agasalho e gorro, mas nunca sapato e meia.
Eu gosto de arrancar tudo: rótulo de garrafa, chicle colado em cadeira, tudo. O que importa é o processo.

Bom, como vemos, as histórias não fazem muito sentido. Mas tudo bem, o importante é que cada um faça o que acha que precisa fazer. Mas cuidado para não se deixar dominar por uma mania, certo?

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